“Eu durante quatro anos trabalhei pela região, e trabalhei em parceria com o Governo do Estado. Isto diferencia o nosso trabalho, traz uma consolidação da nossa atuação política”
O candidato a deputado estadual Roberto Massafera (PSDB) concedeu entrevista, nesta sexta-feira (03), ao Jornal Folha da Cidade. Onde na oportunidade comentou as expectativas sobre a campanha eleitoral e apresentou as principais propostas que compõem o programa de sua candidatura.
Política e Região
R.M “Em 1968 Araraquara tinha quatro deputados estaduais e dois federais. São Carlos um federal e três estaduais, então a nossa região teve muita força com relação à representação política, hoje São Carlos tem um representante e Araraquara dois. Então se a população da nossa cidade e região se concentrasse em votar em nossos candidatos, e não estou falando somente da nossa cidade, mas da nossa região, estaríamos tendo a possibilidade de resgatar o prestigio. É mais poder político, é mais prestígio”.
Campanha e Lei do Ficha Limpa
Roberto Massafera “A legislação eleitoral coibiu abusos, principalmente a legislação da ficha limpa trouxe muitas mudanças, acho que é muito positivo. Esta campanha é uma campanha muito mais densa, pela quantidade de cargos e candidatos em disputa. Eu durante quatro anos trabalhei pela região, e trabalhei em parceria com o Governo do Estado. Isto diferencia o nosso trabalho, traz uma consolidação da nossa atuação política”
Programa do Candidato
R.M “Meu programa agora seria continuar recuperando a Santa Casa, continuar ampliando o ensino técnico no estado, e recuperar o ensino fundamental, sou a favor do ensino integral no ensino fundamental. Quando eu fui prefeito nós criamos o Piaquara, que era uma escola de reforço escolar na Vila Xavier, que quando o pai e a mãe tinham que trabalhar o dia todo, a criança passava o dia inteiro na escola estudando”.
Saúde
R.M “Em 2006 eu me candidatei a deputado estadual, e disse que ia me propor a recuperar a Santa Casa, que na época estava para fechar as portas. Agora estamos resgatando a dignidade da Santa Casa e junto do Governo do Estado reabrimos a Gota de Leite, entregamos o Hospital de Américo, o Hospital de doenças infecto- contagiosas, também em Américo, o Ambulatório de Especialidades (AME), todos eles regionais e ainda entregamos a fábrica de remédios (FURP)”.
Santa Casa
R.M “Eu diria que o meu trabalho na área da Santa Casa está em sua metade, e com mais um mandato, se Deus quiser, nós vamos recuperar totalmente a Santa Casa, graças ao apoio da comunidade e os dirigentes”.
“A Santa Casa realiza tomografia e ressonância magnética, faz cirurgia cardíaca, cirurgia de próstata, oferece tratamento na área de oncologia e ainda estalamos recentemente o centro de oftalmologia”.
“A Canta Casa é referência regional, que atende 1oo ml pessoas da cidade que não tem plano de saúde, e mais 200 mil da região, que não teriam para onde ir se não fosse a Santa Casa”.
Meio Ambiente
R.M “No meio ambiente tivemos o projeto do Governo do Estado que prevê a construção das estações de tratamento de esgoto para todas as cidades com menos de 30 mil habitantes, que correspondem hoje a 70 % das cidades do estado de São Paulo. Incluímos neste projeto as cidades de Américo Brasiliense, Ibaté, Rincão, Santa Lucia e Bocaína .Este projeto inclui agora também cidades com 50 mil habitantes.Estação de tratamento é saúde , é também meio ambiente”.
“Eu participo da comissão de meio ambiente na Assembléia de São Paulo, onde trabalho na amenização dos efeitos do aquecimento global e na luta pela preservação da água, estes são fatores de sobrevivência da humanidade.
Ciência e Tecnologia
R.M “O Brasil tem que aumentar o incentivo à pesquisa, ao desenvolvimento e a inovação, porque em relação à China e a Índia nós estamos ainda muito aquém. Ajudamos a criar em São Carlos o curso de engenharia de material e em Araraquara o curso de engenharia química”.
Publicado no Jornal Folha da Cidade – Araraquara/SP
Luís Michel Françoso
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segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
Sismar comemora acordo final da greve
O sindicato irá restituir integralmente todas as perdas dos servidores em greve, afirmou Valdir Teodoro Filho
Em entrevista, ontem (14), o Presidente do Sismar Valdir Teodoro Filho afirmou que o maior ganho da categoria foram as 16 regras previstas no acordo assinado no Tribunal Regional do Trabalho (TRT), em Campinas, que passam a regulamentar o sistema de abonos para os servidores públicos.
Segundo, Valdir os servidores contam agora com praticamente 16 pontos autônomos que prevêm casos de abonos, regulamentando assim a situação, contribuindo tanto para disciplinar as abonadas quanto para assegurar o direito ao funcionalismo público. “Só lamento o fato de esta regulamentação ter precisado ser feita através do Tribunal Regional do Trabalho (TRT), sabendo que a Prefeitura quando propôs a lei já poderia tê-lo feita”
Já, o prefeito Marcelo Barbieri (PMDB) sobre o tema afirmou em coletiva na tarde de ontem “uma greve altamente politizada, que teve enquanto único objetivo prejudicar a população”. Ainda, segundo o Prefeito, “iremos manter a política de valorização do servidor, estou preocupado em ser um bom prefeito, e não em ter um fã-clube”.
Por fim, Valdir destaca que como produto destes debates acerca das abonadas, e outros temas relativos ao funcionalismo, a relação com o Prefeito esteja se tornando cada vez mais complicada. O Prefeito vêm desrespeitando toda a categoria, argumentando o que não é verdade. “
Publicado no Jornal Folha da Cidade – Araraquara/SP
Luís Michel Françoso
Especial Eleição – 2ª Turno
Brasil em debate: chega o momento da decisão
É chegado o dia em que Araraquara e todo o país irão até as urnas exercer o direito cidadão e garantido do voto. Refletindo sobre o futuro do país, a população transita entre prós e contras desta campanha. Acompanhe em conteúdo especial como funcionam os sistemas majoritários e proporcionais de votação no Brasil, os números do eleitorado brasileiro e de Araraquara e demais assuntos sobre o tema.
Se vive um segundo turno diferenciado que levou aos limites da política temas como aborto, exploração do Pré-Sal, programas de tratamento na área da saúde à mulheres gestantes e função do ensino profissionalizante no país. Após os candidatos explanarem suas opiniões e projetos resta agora acompanharmos como se comportará o eleitorado neste dia de votação.
Passamos por um momento de grande importância em nossa democracia, onde por um lado dirigentes partidários têm de recriar alianças e revisar temas polêmicos dos programas políticos em favor da construção de suas candidaturas, e por outro lado eleitores experimentam os limites entre o debate político e a moral.
Publicado no Jornal Folha da Cidade – Araraquara/SP
Luís Michel Françoso
Entenda os sistemas de votação no Brasil
As eleições no Brasil têm dois sistemas de votação um primeiro majoritário direcionado para a eleição de presidentes, governadores e prefeitos e, um segundo sistema denominado proporcional. O formato proporcional de votos elege os candidatos que compõem o poder legislativo em nosso país.
Neste segundo turno o cálculo será realizado através do sistema majoritário que é de maior conhecimento da população, se resume em que o candidato que apresentar o maior número de votos vence a eleição. Já, nos casos de eleitorados com maior número de 200 mil habitantes pode haver segundo turno caso o mais votado não tenha 50% dos votos válidos mais um, Os votos válidos são calculados através do número total de votos computados, menos nulos e brancos.
Já o sistema de voto proporcional é um pouco mais complexo, e pressupõe casos em que candidatos com baixo índice de votação possam se eleger , enquanto outros fiquem de fora da disputa.
Por exemplo, consideremos uma cidade com 130 mil eleitores, onde 30 mil se abstém de votar e 100 mil compareçam as urnas. Vamos considerar ainda que destes 100 mil, 15 mil votem nulo ou branco, assim teremos 85 mil votos válidos nesta cidade.
Supondo agora que esta cidade tenha 20 vagas para serem ocupadas pelos candidatos, assim teremos o numero de votos válidos (85 mil), dividido pelo número de vagas em disputa (20), assim o coeficiente eleitoral será de 42.350 mil votos. Este é o número mínimo de votos para se eleger um deputado nesta cidade.
Após este passo, a justiça eleitoral calcula o quociente de cada partido, ou seja a partir do número de votos que cada partido ou coligação recebeu, ele terá direito a eleger um determinado específico de candidatos.
O eleitorado brasileiro apresenta 135.604,041 eleitores, sendo que no exterior temos 200.392 eleitores. Assim a massa eleitoral brasileira se constitui de um total de 135.804,433.
Araraquara conta com 151.279 eleitores, se considerarmos a questão de escolaridade e gênero do eleitorado araraquarense temos que nossa cidade tem ainda 3.501 eleitores analfabetos. Sendo que de todo o eleitorado, somente 11.077 eleitores têm o ensino superior completo.
Dentre os eleitores com ensino superior completo as mulheres são maioria com 53, 85 % do total. Entre os analfabetos as mulheres representam 61, 097 % do total em nossa cidade.
Se considerarmos em Araraquara o número de eleitores que não tem o ensino fundamental completo, chegaremos ao índice de 34, 98 %. Sendo que somente 23,18% do eleitorado da cidade chegou a concluir o ensino médio (L.M.F.)
Publicado no Jornal Folha da Cidade – Araraquara/SP
Luís Michel Françoso
Neste segundo turno o cálculo será realizado através do sistema majoritário que é de maior conhecimento da população, se resume em que o candidato que apresentar o maior número de votos vence a eleição. Já, nos casos de eleitorados com maior número de 200 mil habitantes pode haver segundo turno caso o mais votado não tenha 50% dos votos válidos mais um, Os votos válidos são calculados através do número total de votos computados, menos nulos e brancos.
Já o sistema de voto proporcional é um pouco mais complexo, e pressupõe casos em que candidatos com baixo índice de votação possam se eleger , enquanto outros fiquem de fora da disputa.
Por exemplo, consideremos uma cidade com 130 mil eleitores, onde 30 mil se abstém de votar e 100 mil compareçam as urnas. Vamos considerar ainda que destes 100 mil, 15 mil votem nulo ou branco, assim teremos 85 mil votos válidos nesta cidade.
Supondo agora que esta cidade tenha 20 vagas para serem ocupadas pelos candidatos, assim teremos o numero de votos válidos (85 mil), dividido pelo número de vagas em disputa (20), assim o coeficiente eleitoral será de 42.350 mil votos. Este é o número mínimo de votos para se eleger um deputado nesta cidade.
Após este passo, a justiça eleitoral calcula o quociente de cada partido, ou seja a partir do número de votos que cada partido ou coligação recebeu, ele terá direito a eleger um determinado específico de candidatos.
Saiba mais destas eleições
O eleitorado brasileiro apresenta 135.604,041 eleitores, sendo que no exterior temos 200.392 eleitores. Assim a massa eleitoral brasileira se constitui de um total de 135.804,433.
Eleitorado de Araraquara
Araraquara conta com 151.279 eleitores, se considerarmos a questão de escolaridade e gênero do eleitorado araraquarense temos que nossa cidade tem ainda 3.501 eleitores analfabetos. Sendo que de todo o eleitorado, somente 11.077 eleitores têm o ensino superior completo.
Dentre os eleitores com ensino superior completo as mulheres são maioria com 53, 85 % do total. Entre os analfabetos as mulheres representam 61, 097 % do total em nossa cidade.
Se considerarmos em Araraquara o número de eleitores que não tem o ensino fundamental completo, chegaremos ao índice de 34, 98 %. Sendo que somente 23,18% do eleitorado da cidade chegou a concluir o ensino médio (L.M.F.)
Publicado no Jornal Folha da Cidade – Araraquara/SP
Luís Michel Françoso
Políticos avaliam que população não está preparada para debater Câmara
A maioria dos vereadores é contra votação de projeto que pode alterar o número de parlamentares ainda neste ano. Este foi o encaminhamento de reunião ocorrida ontem entre 11 vereadores e presidentes de partidos políticos. Vereadores criticaram fato de presidente da Câmara Ronaldo Napeloso (DEM) ter apresentado o projeto na última sessão (09) sem os ter consultado previamente. Por outro lado, vereadores e lideranças partidárias não acreditam que população esteja preparada para debater assunto sobre mudança do número de vereadores se votação fosse realizada neste ano.
Durante reunião lideranças se mostraram preocupadas com a discussão do projeto com a sociedade se for votado ainda neste ano. “Para isso que a gente existe, para não permitir que a população não tome decisões pela emoção” afirmou João Farias (PRB) vereador licenciado e atual secretário da Habitação.
O vereador Lapena (PV) também sobre possibilidade de consulta a população afirmou “se perguntamos a população sobre quantos vereadores ela considera que a Câmara deveria ter, ela afirmaria algo entre 0 e 1”. Lideranças presentes na reunião consideram que Câmara vive momento de fragilidade e que seria necessário mais tempo para aprofundar tema com a população.
Projeto gera polêmica
O projeto em debate foi apresentado na sessão da Câmara desta última terça (09) e propõe a alteração do número de vereadores para até no máximo de 21 parlamentares. Como não houve consenso sobre o tema quando da votação, foi convocada reunião ontem (11) entre vereadores e líderes de partidos para definir posição sobre assunto.
Somente Pastor Raimundo (PP), Chediek (PMDB) e Tenente Santana (PSDB) votaram a favor de aprovar projeto que debate número de vereadores ainda este ano. Sobre o assunto o vereador Carlos Nascimento (PT) afirmou “somente defendo aumento para 21 vereadores se invertemos a pauta e passarmos a debater quais são as reais funções de um vereador e desta Câmara em Araraquara”.
Estiveram presentes ainda os vereadores Paulo Maranata (PR), Roberval Fraiz (PRB), Edio Lopes (PT), Marcia Lia (PT), Aluisio Braz (PMDB), Lapena (PV) e Serginho Gonçalves (PMDB).
Posições do debate
O presidente do PSOL José Eduardo de Oliveira, afirmou “sou a favor de plebiscito que consulte a população sobre a questão e defendo o aumento do número de vereadores, somente se o orçamento destinado a Câmara de Araraquara for de 2% a 3% da receita corrente líquida”. Atualmente a Câmara trabalha com a margem de 6% do orçamento da cidade.
Feiz Mattar, presidente do PP acredita que próximo ano será um melhor momento para debater o projeto, sobre consulta a população disse “acho que não é o momento certo, podemos abrir espaço para muitos oportunistas que somente querem falar mal dos políticos”.
Também estavam presentes o presidente do Partido dos Trabalhadores (PT) André Agatte, o presidente do Partido Republicano Brasileiro (PRB) Marcelo Lopes, Santo Petrônio do Partido Socialista Brasileiro (PSB) e o vereador licenciado e atual secretário da Habitação João Farias (PRB).
Publicado no Jornal Folha da Cidade – Araraquara/SP
Luís Michel Françoso
Durante reunião lideranças se mostraram preocupadas com a discussão do projeto com a sociedade se for votado ainda neste ano. “Para isso que a gente existe, para não permitir que a população não tome decisões pela emoção” afirmou João Farias (PRB) vereador licenciado e atual secretário da Habitação.
O vereador Lapena (PV) também sobre possibilidade de consulta a população afirmou “se perguntamos a população sobre quantos vereadores ela considera que a Câmara deveria ter, ela afirmaria algo entre 0 e 1”. Lideranças presentes na reunião consideram que Câmara vive momento de fragilidade e que seria necessário mais tempo para aprofundar tema com a população.
Projeto gera polêmica
O projeto em debate foi apresentado na sessão da Câmara desta última terça (09) e propõe a alteração do número de vereadores para até no máximo de 21 parlamentares. Como não houve consenso sobre o tema quando da votação, foi convocada reunião ontem (11) entre vereadores e líderes de partidos para definir posição sobre assunto.
Somente Pastor Raimundo (PP), Chediek (PMDB) e Tenente Santana (PSDB) votaram a favor de aprovar projeto que debate número de vereadores ainda este ano. Sobre o assunto o vereador Carlos Nascimento (PT) afirmou “somente defendo aumento para 21 vereadores se invertemos a pauta e passarmos a debater quais são as reais funções de um vereador e desta Câmara em Araraquara”.
Estiveram presentes ainda os vereadores Paulo Maranata (PR), Roberval Fraiz (PRB), Edio Lopes (PT), Marcia Lia (PT), Aluisio Braz (PMDB), Lapena (PV) e Serginho Gonçalves (PMDB).
Posições do debate
O presidente do PSOL José Eduardo de Oliveira, afirmou “sou a favor de plebiscito que consulte a população sobre a questão e defendo o aumento do número de vereadores, somente se o orçamento destinado a Câmara de Araraquara for de 2% a 3% da receita corrente líquida”. Atualmente a Câmara trabalha com a margem de 6% do orçamento da cidade.
Feiz Mattar, presidente do PP acredita que próximo ano será um melhor momento para debater o projeto, sobre consulta a população disse “acho que não é o momento certo, podemos abrir espaço para muitos oportunistas que somente querem falar mal dos políticos”.
Também estavam presentes o presidente do Partido dos Trabalhadores (PT) André Agatte, o presidente do Partido Republicano Brasileiro (PRB) Marcelo Lopes, Santo Petrônio do Partido Socialista Brasileiro (PSB) e o vereador licenciado e atual secretário da Habitação João Farias (PRB).
Publicado no Jornal Folha da Cidade – Araraquara/SP
Luís Michel Françoso
Mais cultura: SESI apresenta “Palco de Evento”
Em entrevista, Alváro Alves Filho que exerce função de Orientador de Artes Cênicas do SESI na unidade do município de Araraquara, comentou a produção de sua nova peça e o lançamento do evento “Palco de Encontro”.
Alváro destacou a realização do evento “Palco de Encontro” que de forma inédita vem organizar variadas linguagens culturais em apresentações na unidade SESI, de 13 a 28 de outubro. (confira programação completa do evento nesta página)
A atividade mobilizou por volta de 32 grupos de Araraquara, que através de uma seleção, resultou em 10 apresentações culturais. Alváro ressalta a importância do evento tanto por oferecer atividades de qualidade para a cidade, quanto como incentivo para os grupos culturais do município.
Em novembro teremos ainda mais novidades, a razão é que neste mês teremos o lançamento de peça teatral fruto do trabalho do diretor teatral Alváro conjuntamente a um grupo de 20 artistas. O grupo é composto de atores profissionais a iniciantes, sendo a peça baseada em relatos de cenas cotidianas descritas pelos integrantes do grupo.
Prometendo ampliar a interação com o público durante a peça, Alváro afirma que a idéia é se pensar a performance numa linguagem voltada a prática cotidiana, “trata-se de se pensar a noção em nosso mundo de vida privada e vida pública. Pensar como trabalhamos nossa individualidade, perante o público e o privado” afirmou Alváro.
Quanto questionado sobre o processo de formação de um público cultural, Alváro se diz contrário a apresentações com alta carga de neutralidade, dizendo “sou favorável a produções culturais que possibilitem que o espectador consiga transformar algo a partir do que se viu, e saia diferente da apresentação de como entrou”.
Publicado no Jornal Folha da Cidade – Araraquara/SP
Luís Michel Françoso
Alváro destacou a realização do evento “Palco de Encontro” que de forma inédita vem organizar variadas linguagens culturais em apresentações na unidade SESI, de 13 a 28 de outubro. (confira programação completa do evento nesta página)
A atividade mobilizou por volta de 32 grupos de Araraquara, que através de uma seleção, resultou em 10 apresentações culturais. Alváro ressalta a importância do evento tanto por oferecer atividades de qualidade para a cidade, quanto como incentivo para os grupos culturais do município.
Em novembro teremos ainda mais novidades, a razão é que neste mês teremos o lançamento de peça teatral fruto do trabalho do diretor teatral Alváro conjuntamente a um grupo de 20 artistas. O grupo é composto de atores profissionais a iniciantes, sendo a peça baseada em relatos de cenas cotidianas descritas pelos integrantes do grupo.
Prometendo ampliar a interação com o público durante a peça, Alváro afirma que a idéia é se pensar a performance numa linguagem voltada a prática cotidiana, “trata-se de se pensar a noção em nosso mundo de vida privada e vida pública. Pensar como trabalhamos nossa individualidade, perante o público e o privado” afirmou Alváro.
Quanto questionado sobre o processo de formação de um público cultural, Alváro se diz contrário a apresentações com alta carga de neutralidade, dizendo “sou favorável a produções culturais que possibilitem que o espectador consiga transformar algo a partir do que se viu, e saia diferente da apresentação de como entrou”.
Publicado no Jornal Folha da Cidade – Araraquara/SP
Luís Michel Françoso
Direito das Mulheres em debate na Câmara Municipal
Ocorreu nesta tarde, às 15h30, a reunião da Frente Parlamentar dos Direitos das Mulheres na Câmara Municipal de Araraquara. Esta atividade marca o segundo encontro desta frente que congrega entidades da sociedade civil, institucional e parlamentares.
Presidida pela Vereadora Marcia Lia, conta ainda com a presença dos parlamentares integrantes da comissão vereador Carlos Nascimento, e os representantes do Vereador Edio Lopes e Dr. Lapena. Os pontos principais de encaminhamento desta reunião apresentam primeiro a produção de um profundo diagnóstico sobre a realidade das mulheres de nosso município, segundo que através de capacitação com a OAB do município haja uma atualização por parte dos componentes desta comissão sobre as alterações e potencialidades da Lei Maria da Penha.
E por fim, decidiram sobre a construção de parcerias com entidades institucionais que possam auxiliar na construção de políticas voltadas as mulheres , bem como a divulgação de seus direitos , que será feito por uma equipe de vereadores no plano institucional e prevêem ainda ações que possam chegar aos bairros do município, buscando ampliar o diálogo em torno dos direitos das mulheres.
Assim, em tempos de grande diálogo em torno da violência contra as mulheres que ganharam projeção nacional no último período, se mostra de grande relevância atividades que possam articular setores diversos da sociedade em torno deste debate. Para maiores informações se dirijam a Câmara de Vereadores do município de Araraquara
Publicado no Jornal Folha da Cidade – Araraquara/SP
Luís Michel Françoso
Presidida pela Vereadora Marcia Lia, conta ainda com a presença dos parlamentares integrantes da comissão vereador Carlos Nascimento, e os representantes do Vereador Edio Lopes e Dr. Lapena. Os pontos principais de encaminhamento desta reunião apresentam primeiro a produção de um profundo diagnóstico sobre a realidade das mulheres de nosso município, segundo que através de capacitação com a OAB do município haja uma atualização por parte dos componentes desta comissão sobre as alterações e potencialidades da Lei Maria da Penha.
E por fim, decidiram sobre a construção de parcerias com entidades institucionais que possam auxiliar na construção de políticas voltadas as mulheres , bem como a divulgação de seus direitos , que será feito por uma equipe de vereadores no plano institucional e prevêem ainda ações que possam chegar aos bairros do município, buscando ampliar o diálogo em torno dos direitos das mulheres.
Assim, em tempos de grande diálogo em torno da violência contra as mulheres que ganharam projeção nacional no último período, se mostra de grande relevância atividades que possam articular setores diversos da sociedade em torno deste debate. Para maiores informações se dirijam a Câmara de Vereadores do município de Araraquara
Publicado no Jornal Folha da Cidade – Araraquara/SP
Luís Michel Françoso
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